Inútil fazer aqui a lista dos males que o cigarro faz, independente do sexo do fumante. E quem é que não conhece alguém, uma amiga talvez, que já fez de tudo para parar de fumar sem sucesso. Realmente, largar o vício não é fácil.
As mulheres sofrem ainda mais por causa dessa hábito. De acordo com estudo realizado pelo Grupo de Apoio ao Tabagista (GAT) do Hospital do Câncer, em São Paulo, o tabaco causa efeitos muito mais intensos no sexo feminino. E por quê? Porque infelizmente, estamos mais sujeitas aos sintomas da depressão e ansiedade que os homens.
Esse caso de amor e ódio com o cigarro começa quase sempre do mesmo jeito: para experimentar e na adolescência. Esse início precoce ligado também à influência das companhias é comum entre as mulheres. A pesquisa revela que cerca de 90% das fumantes iniciam seu hábito na adolescência, a partir dos 13 anos de idade, devido a fatores como pressão social e imitação do grupo.
E na hora de parar? Muitas imaginam que se param de fumar, engordam. Sem a impregnação da fumaça nas papilas gustativas a pessoa passa a sentir mais o sabor dos alimentos e pode até ser que ganhe mais uns quilinhos. Mas não é uma regra. Jogue o maço no lixo e viva a barrinha de cereal!
O cigarro ainda é um grande vilão da pele. Ele provoca o envelhecimento precoce e ainda aumenta a taxa de infertilidade entre as marias, causa alterações no ciclo menstrual e doenças cardiovasculares. As varizes também aumentam com o uso do tabaco e a coisa pode ficar realmente séria, com o risco de trombose. E tudo piora se entre em cena o anticoncepcional: quando esses dois elementos se juntam, os efeitos se potencializam enormemente.
Fumantes passivas também sofrem, correndo os mesmos riscos. Um motivo a mais para você dar aquela força para a amiga ou colega de trabalho que está querendo parar de fumar. O site DelasIG ouviu o doutor Eduardo Fávero que separou dicas precisosas para você eliminar da sua rotina esse hábito tão prejudicial à saúde (sua e de quem convive com você). Confira: