
Não há quem não diga: Tudo o que é gostoso engorda ou faz mal. Mas será que é sempre assim? Veja o exemplo do vinho e tire suas próprias conclusões. Um estudo recente revela que o Brasil já é o quinto maior consumidor mundial de vinhos e o segundo da América Latina que tem como maior consumidor a Argentina.
Sua apreciação se inicia pelo visual - há cor mais bela? - e olfato. De aroma inconfundível são perfeitos acompanhamentos de queijos, carnes, peixes (os brancos), comemorações (os espumantes), está presente em muitas receitas, entre elas o delicioso vinho quente, consumido em festas juninas, são ótimos acompanhamentos de sopas e caldos.
As quantidades recomendadas para o consumo diário são até 250 ml para mulheres e até 375 ml para homens. Pessoas com enxaqueca podem desencadear uma crise devido à presença de tiramina, também presente em queijos amarelos, imaginem como a famosa combinação queijo e vinho pode ser uma bomba para a cabeça.
O consumo moderado do vinho tinto baixa os níveis de colesterol ruim, retarda o envelhecimento e previne doenças cardíacas. Pesquisas recentes comprovam que ele previne alguns tipos de câncer. Tem ainda ação antiviral e antibacteriana.
Os polifenóis (antioxidantes) são as substâncias benéficas do vinho tinto. O mais conhecido deles é o Resveratrol, mas há outros como Procianidinas e a Quercetina. O vinho também é rico em sódio, potássio, cromo e silício.
Um bom jeito de “fazer bonito” com os amigos ou com aquele alguém especial é mostrar que você entende de vinhos. Veja os principais tipos de vinhos produzidos na américa Latina e seus acompanhamentos:
Cabernet Sauvignon e Malbec: Vinhos tintos secos que acompanham carnes vermelhas e queijos.
Merlot: Similar ao Cabernet, porém mais suave.
Chadornnay e Riesling: Uvas brancas, acompanham peixes e frutos do mar.
Prosecco: Uva branca, são os espumantes de paladar suave.
Via: www.saudecomciencia.com
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