Servir em taças, cálices e copos adequados é muito mais que uma questão de estética ou etiqueta. Saiba que a razão pela qual se usa um tipo diferente para cada ocasião tem a ver com fatores olfativos, com a manutenção adequada da temperatura da bebida, e com a preservação do sabor.
Conheça o tipo certo para cada bebida:
Água: Nesse caso, qualquer copo… é copo. Mas uma mesa bonita merece um copo especial para a bebida mais preciosa do planeta. Existem uns bem bacanas, coloridos, com formatos interessantes e há as taças maiores e com boca mais larga, que acompanham as de vinho.
Vinho: A taça ideal deve ser: Incolor e translúcida, lisa, de cristal fino, com a haste longa e abertura ligeiramente estreitada. Essas qualidades mantêm as características do vinho preservadas.
Cerveja: O ideal é um copo com a boca mais larga que a base, para que a quantidade ideal de espuma “colarinho” de forme e também para manter a cerveja geladinha.
Espumantes (inclusive Champagne): A taça fina e comprida, além de elegante faz com que os bolhinhas – perlage – se mantenham por mais tempo.
Licor: Funciona como um complemento à sobremesa ou em substituição a ela ou ao cafezinho. Por isso o cálice ser pequeno, tal como o é a xícara de café.
Uísque: Por ser mais largo e baixo, impede que os ingredientes precipitem no fundo do copo, além de proporcionar que se sintam os diferentes aromas da bebida, e facilita o acréscimo de gelo.
Conhaque: É servido numa taça bojudinha. Apresenta a base larga e a boca estreita, fazendo com que a ‘abracemos’ com a mão, permitindo o aquecimento da bebida e que o aroma não evapore.
Vodka: Deve ser servida em copos pequenos como aperitivo. Os russos dizem que deve ser bebida num gole só. O formato cumprido faz com que ela seja servida em temperatura ideal, ou seja bem gelada.
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