
Ah, sim, quem é que não gosta de uma fofoquinha inocente? O cientista americano Jonah Berger analisou o comportamento de alguns estudantes da Universidade da Pensilvânia e concluiu que fofocar é tão excitante que pode ser considerado um vício. O estudo descobriu que uma das principais razões do sucesso das redes sociais é a possibilidade de compartilhar informações, histórias e observar a vida alheia (não que a gente não soubesse…).
Para chegar a essa conclusão, o cientista fez os estudantes assistirem a vídeo clipes que estimulavam emoções positivas e negativas, e depois perguntou a eles como iriam compartilhar as histórias dos videos com amigos e familiares. Os alunos que sentiram mais emoções tinham mais vontade de compartilhar a experiência. As experiências mais positivas tinham maiores chances de se tornarem virais e serem compartilhadas em larga escala, segundo o estudo - isso quer dizer que as fofocas mais “bombásticas” são mesmo as que se espalham mais rapidamente, e também explicariam a existência de tantos sites sobre detalhes da vida de famosos, por exemplo. Emoções negativas sentidas durante o vídeo não instigavam tanto o compartilhamento - isso quer dizer que, lá no fundo, ninguém quer virar alvo de uma fofoca, não é mesmo?
fonte: R7
foto: reprodução