
No final do ano, vêm às festas, o verão, as férias e muitos resolvem ir para o litoral a fim de se divertir. Uma das comidas mais comuns em regiões de praia são os pratos com frutos do mar.
O programa “Bem Estar” da Rede Globo, chamou a atenção para os riscos na hora de comer frutos do mar. Principalmente para quem tem algum tipo de alergia a esse tipo de comida.
As pessoas que não podem comer frutos do mar podem apresentar vermelhidão, coceira intensa na pele, dor de barriga, vômito, diarréia, tosse e falta de ar, assim como, inchaço na garganta.
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Os cuidados com as mãos vão além de uma boa manicure ou estar ligada na tendência de cores. As unhas também podem indicar problemas de saúde. Então, atenção a elas.
O alerta é da Dra. Valéria Marcondes, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética que ensina que unhas quebradiças com manchas brancas, por exemplo, podem indicar uma simples alergia a produtos, como esmaltes, detergentes e sabonetes como, também, podem sinalizar carência de ácido fólico, ferro e vitamina B12 e resultar em psoríase, micose e até anemia.
A unha, por ser formada por três camadas de células de queratina superpostas de diferentes consistências, são responsáveis por mais de 10% das afecções da pele. O exame de unhas e lesões denuncia não só problemas no organismo como também a falta de vitaminas. Confira algumas doenças e falta de substâncias diagnosticadas pelas unhas:
Anemia: Quebradiças, secas, opacas, côncavas e deslocamento da carne na ponta dos dedos
Doenças Cardíacas: Curvadas para baixo, alargadas, coloração arroxeadas
Doenças Renais: Grossas, amareladas ou acinzentas, linhas verticais esbranquiçadas

As mamães sabem que os bebês, geralmente, apresentam cólicas, prisão de ventre e cólicas e que isso é comum. Mas, se esses sintomas se apresentarem com maior intensidade e forem observados outros como emagrecimento ou baixo ganho de peso, chiado no peito, além de alterações na pele como urticária e eczema, podem indicar APLV, mais conhecido como ‘alergia à proteína do leite de vaca’.
O problema não é incomum nessa fase, afetando 1 em cada 20 bebês. Infelizmente, a demora na detecção da doença, de 3 a 4 meses, retarda o tratamento, o que pode trazer riscos ao bebê. Há bebês que apresentam quadro alérgico grave, com riscos de desnutrição, anemia e até o risco de reação anafilática, que é o fechamento da garganta, dificultando a respiração.
A boa notícia é que se detectada precocemente, a APLV tende a desaparecer em torno dos 3 anos de idade em 90% das crianças. Como não há um medicamento específico, o tratamento é feito com dieta hipoalergênica específica (excluir o leite de vaca da alimentação), sempre com recomendação e acompanhamento médico.
Para saber mais sobre a APLV, uma boa fonte de consulta é o site www.alergiaaoleitedevaca.com.br.
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