
Parece que as mulheres que sofrem de enxaqueca têm duas vezes mais probabilidade de ter um bebê com cólica. Comparando-se 154 pares de mães e filhos, os pesquisadores descobriram que 29 por cento dos filhos de mães com uma história de dores de cabeça e 11 por cento das crianças com mães não predispostas às dores de cabeça têm apresentado cólica.
Amy Gelfand, uma neurologista infantil que trabalha na Universidade da Califórnia, é autora de um estudo recente sobre o assunto, e anunciou que os resultados sugerem que a cólica é um sinal de que a criança está predisposta a enxaquecas.
Mães e pediatras dizem que as causas da cólica são problemas gastrointestinais, mas nem todos concordam. Com esta nova pesquisa, podemos encontrar algo mais: não está claro se as causas das cólicas são medicamentos para enxaqueca que as mães usam ou se essas crianças já estão desenvolvendo o mal. Mas uma coisa é clara: as cólicas e dores de cabeça são uma combinação estressante.
Via | WashintonPost
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As mamães sabem que os bebês, geralmente, apresentam cólicas, prisão de ventre e cólicas e que isso é comum. Mas, se esses sintomas se apresentarem com maior intensidade e forem observados outros como emagrecimento ou baixo ganho de peso, chiado no peito, além de alterações na pele como urticária e eczema, podem indicar APLV, mais conhecido como ‘alergia à proteína do leite de vaca’.
O problema não é incomum nessa fase, afetando 1 em cada 20 bebês. Infelizmente, a demora na detecção da doença, de 3 a 4 meses, retarda o tratamento, o que pode trazer riscos ao bebê. Há bebês que apresentam quadro alérgico grave, com riscos de desnutrição, anemia e até o risco de reação anafilática, que é o fechamento da garganta, dificultando a respiração.
A boa notícia é que se detectada precocemente, a APLV tende a desaparecer em torno dos 3 anos de idade em 90% das crianças. Como não há um medicamento específico, o tratamento é feito com dieta hipoalergênica específica (excluir o leite de vaca da alimentação), sempre com recomendação e acompanhamento médico.
Para saber mais sobre a APLV, uma boa fonte de consulta é o site www.alergiaaoleitedevaca.com.br.
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