
Marias vidradas por pizza, a notícia não é boa. É que um estudo realizado na Itália, revelou que mulheres que consomem carboidratos com altos níveis glicêmicos, como pães, pizzas e arroz, podem duplicar o risco de doenças do coração.
A pesquisa, coordenada pela pesquisadora Sabina Sieri, da Fondazione IRCCS Instituto Nazionale dei Tumori, em Milão, monitorou a alimentação de 32 mil mulheres por quase oito anos. A conclusão foi publicada na revista científica “Archives of Internal Medicine”:
“Mulheres que consumiram mais alimentos com alto índice glicêmico (25% da amostragem) haviam desenvolvido um risco de doenças equivalente ao dobro do risco de mulheres das 25% que consumiram carboidratos com baixo índice glicêmico, como massas.”
Os carboidratos de alto índice glicêmico aumentam rapidamente os níveis de açúcar no sangue, o que ativa rapidamente a produção de insulina pelo pâncreas. A nutricionista Victoria Taylor, da Fundação Britânica para o Coração (British Hearth Foundation) recomenda:
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Toda maria ama Coca-cola, aliás qualquer pessoa tem esse vício em comum. Além de ser uma ótima forma de adquirir celulite (mas é uma celulite boa né?) a coca-cola é sempre citada como uma excelente forma de desentupir pias.
Mas o que vocês acham, de usar a tão maravilhosa Coca-cola para carregar o celular? A invenção é da designer chinesa Daizi Zheng, ela criou um celular para a Nokia cuja bateria gera eletricidade a partir de carboidratos da Coca-cola.
A bateria retira os carboidratos do açúcar e, na verdade, pode funcionar com qualquer líquido açucarado. A potência é de três a quatro vezes mais alto que a bateria convencional, gera oxigênio e água enquanto é consumida e é totalmente biodegradável.

No Brasil, 43% da população está acima do peso. No mundo, os números também impressionam. Não por acaso, nos últimos dois anos, quatro renomados centros de estudo compararam cinco populares programas de emagrecimento para descobrir qual é o mais eficaz. Quem conta sobre a “batalha das dietas” é a revista Marie Claire em sua edição de junho.
Em Israel e nos Estados Unidos, mais de 600 participantes se submeteram a dietas diferentes. Todos perderam peso, mas os participantes que mais emagreceram foram os do grupo da dieta pobre em carboidratos.
De acordo com a matéria, a dieta funciona porque “sem carboidratos, o organismo entra em processo de cetose: consome os estoques de gordura para gerar energia”. Mas tem o lado negativo. “O déficit de carboidratos leva à falta de pique, provoca mau humor e faz caior o rendimento da atividade física. Não funciona no longo prazo, em razão da resistência à insulina, comum em quem está acima do peso. Nesse caso, a produção do hormônio aumenta e o corpo estoca gordura”, avisa a revista.
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