Será que se pode chamar somente de rivalidade feminina? ou realmente “o ciúme existe do momento em que o nominamos e, depois, com uma doença, não te abandona mais”, até fazer com que perca a razão e a distinção entre o bem e o mal?
O fato é que desde que o “stalking” se tornou crime, aparecem cada vez mais histórias sociologicamente interessantes, mas humanamente inquietantes: se realmente o mais acusado de perseguição é o homem, em relação a mulher, e em segundo lugar a mulher em relação ao homem, chegamos então à terceira colocada: a mulher que persegue outra mulher. O que acontece até ameaçá-la de morte ou tentar atacá-la.
Aconteceu perto de Caserta, na Itália: ela, a perseguidora, obsecada do fato de que outra mulher, a vítima, se encontrasse com o seu ex-namorado, a perseguiu até quase matá-la, tormentando parentes e amigos. Praticamente deixando a vida da outra impossível, além de outras vidas entorno a elas. A relação entre as duas correu por mais de um ano, e este é apenas um exemplo do que pode acontecer.
Uma história quase Shakespeariana, onde o Otelo da situação é uma mulher, e a Desdemona perseguida, por sorte não termina sufocada na cama.Sufocada ficam as vidas dessas duas mulheres, por tanto tempo insuportável: mas a vida é feita de tantas outras paixões, igualmente fortes, mas positivas. É preciso conseguir calibrar e sair de perto de quem não se quer bem.
Via | CasertaNews
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Seja por excesso de ciúmes ou pura insegurança, algumas mulheres fazem marcação cerrada nos namorados, sufocando-os. Um teste rápido - apenas 10 perguntas - vai lhe dizer se você age como uma namorada que confia no gato ou anda se comportando como uma verdadeira espiã bisbilhotando tudo e pondo em risco até mesmo o relacionamento de vocês.
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Ciúme e traição são dois mecanismos que não dependem do gênero, e sim do caráter. É o que afirma um grupo de pesquisadores americanos da Pennsylvania State University através de um estudo publicado na Psychological Science.
Independentemente do sexo, explicam os especialistas, o ciúme é um mecanismo psicológico, cultural e ambiental: quem acredita na autonomia dentro da vida de casal, costuma dar menos valor à traição física do que à sentimental, enquanto que vive a própria relação de maneira mais totalizante, tende a sofrer mais a infidelidade emotiva do parceiro.
Esta busca vem para desmentir a teoria evolucionista sobre o ciúme e a traição, segundo a qual os homens temem majoritariamente as escapadelas das companheiras precisa se sentir seguro sobre a paternidade da prole, quanto as mulheres têm medo das novas relações dos parceiros porque existe a vontade e necessidade de criar uma família com um companheiro confiável.
Quem sabe se os traídos e os traidores pensam do mesmo modo… Visto que a traição continua sendo um dos comportamentos mais deploráveis, o debate continua aberto, é pior a traição sentimental ou física?