
Só mesmo as mulheres podem entender e até tentar explicar o fascínio que os sapatos exercem no universo feminino. Alguém arriscaria explicar por que quase toda mulher sempre precisa de um par de sapatos novos? Com a chegada da nova estação então (hoje começa o outono, Maria!) essa vontade só aumenta: uma bota nova, um coturno tipo militar, alguns sapatos fechados, modelos para usar com meia, salto fino, grosso, plataforma, galochas, meia-pata, anabela, um tênis… E agora? Qual comprar? Como escolher?
É aí que entra a psicologia. Para escolher o sapato que mais combina com a sua personalidade, com um toque de ironia e bom-humor, basta tentar responder à seguinte pergunta: se você fosse um salto, qual deles seria? Quem responde “um salto agulha” é, certamente, mais refinadas e no trabalho gosta de aparecer sempre atraente e elegante, sem nunca renunciar à feminilidade.
Depois vem quem escolhe o salto médio, mais confortável, com certeza e menos exigente. Perfeito para quem prefere o meio-termo, algo entre a bussiness woman e uma mulher que se descobriu como tal há pouco tempo, que não quer se encontrar logo de cara no centro de todas as atenções. Já as mais “agressivas” vão escolher as botas de salto baixo, talvez uma de cano longo até o joelho ou de montaria, uma mulher que com o seu passo rápido e decidido sabe onde quer chegar. E você? Qual o salto que mais combina com a sua personalidade?
Via: StileFemminile

Não é difícil encontrar alguém que acredique que toda e qualquer mulher solteira, resolva todas as suas frustações e momentos de melancolia com sessões de compras desenfreadas. Mas não é verdade, embora gostaríamos que existisse um fundo social para as compras quando uma mulher está com a moral baixa.
Para o desapontamento da nação, as mulheres single não jogam dinheiro pela janela. O New York Times confirmou que as mulheres não se comportam como inconscientes - como a fashion addict Carrie Bradshaw, protagonista de Sex and The City - comprando sapatos desesperadamente, sem pensar no dia de amanhã ou nos riscos de se afundar em dívidas. De acordo com um relatório estatístico de Women At Work, a típica solteira americana gasta o próprio dinheiro com transporte e coisas úteis para a casa (não exatamente um par de Manolo Blahnik!). As solteiras, sempre de acordo com o estudo, gastam menos de 5% do salário em roupas, cabeleireiro, manicure e outras futilidades.
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Quantas vezes passou pela sua cabeça - de adolescente ou de mulher adulta - o pensamento, ou quem sabe, a esperança de não se tornar uma cópia da sua mãe? Inevitavelmente, com o passar do tempo e às vezes, com a maternidade, percebemos que alguns dos seus comportamentos mais insuportáveis se tornam os nossos, ou seja, sem notar, começamos a repetir as nossas mães. Semelhanças que nunca ousaríamos imaginar, ou esperar.
É algo que só percebemos quando crescemos e que não tem uma solução. Parecer com a própria mãe, nas coisas positivas e naquelas negativas (pelo menos na nossa opinião) é inevitável e não dá para escolher ou rejeitar. Ás vezes pode até acontecer de se olhar no espelho e descobrir uma careta que era exatamente aquela que a sua mãe fazia quando estava cansada, de saco cheio. Quando isso acontece, podemos até sorrir; ou sentir vontade de chorar…
O que determina as nossas reações é exatamente o tipo de relacionamento entre mãe e filha. Se as duas são como irmãs, se existe uma relação de amizade, aceitar as semelhanças, gostos e comportamentos pode ser muito agradável mas, se o relacionamento é baseado no conflito - e acontece na maioria dos casos - a reação é de negação. Também acontece de notar as semelhanças e ao mesmo tempo, conseguir identificar o comportameno da mãe, traduzido no jeito de ser da filha, sem que a mesma perca a sua personalidade.
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Parece até que os estudos de cunho sociológico sobre o comportamento humano e as relações interpessoais, depois das social network, não conta mais nada. Especialmente quando vemos as novas pesquisas que analisam a relação de interatividade das mulheres com o Facebook, estudos capazes de delinear perfis muito singulares, de revelar facetas femininas ainda obscuras e outras consideradas mais do que “normais”, para não dizer previsíveis.
Os estudos pretendem responder à seguinte pergunta: “O que o nosso comportamento no Facebook diz sobre nós mesmas?” Começamos dizendo que somos mais ativas que os homens no campo do social networking: as mulheres na casa dos trinta de hoje passam muito mais tempo no Facebook que os homens da mesma faixa etária. Siginificaria que somos, geralmente, mais ativas socialmente também na vida real ou exatamente o contrário, que estamos nos alienando, nos afastando do contato humano?
Um outro estudo revelou que as mulheres controlam, com o Facebook, as atividades dos ex-namorados ou ex-maridos: praticamente 48% das mulheres solteiras e 43% das casadas admitiram o fato. Esse é o motivo pelo qual a rede social é acusada de ser culpada pelo aumento dos divórcios ou significa apenas que somos cada vez mais presas ao nosso passado? Por outro lado, já era noto que o lado obscuro das mulheres era ligado às redes sociais…
Quem mais utiliza o Facebook é, geralmente, uma pessoa insegura e narcisista. Dizem que estes adjetivos cabem como uma luva nas mulheres, que seriam mais concentradas na foto do perfil do que no que escrevem. Até poderíamos adivinhar o comentários dos machistas, dizendo que se trata de uma falta de cérebro ou coisas do tipo. Na verdade, é a pressão do mass midia pela perfeição do corpo feminino a deixar todas inseguras sobre a foto do perfil e de como se mostrar ao mundo.
Quando o assunto é “insegurança“, nós mulheres, somos praticamente imbatíveis. Mas os homens também sofrem com a falta de confiança em si mesmos, a diferença é que talvez eles sejam mais capazes de esconder o medo de falhar. Mais uma vez, Em and Lo, decidiram indagar sobre quais as inseguranças masculinas mais comuns na cama, perguntado a alguns rapazes, de diversos orientamentos sexuais, qual os principais medos quando eles se encontram entre os lençóis. As respostas foram surpreendentes.
De acordo com Johnny, heterossexual comprometido, a inexperiência é o que preocupa os homens nos primeiros contatos íntimos na cama, isso no início da vida sexual. Se rola uma certa comparação com algum outro, a situação corre o risco de ser um verdadeiro desastre. E a gente que achava que o confronto poderia servir de estímulo… Do mesmo modo - ou seja, permanecendo na capacidade amatorial - funciona o ciúmes retroativo em relação aos parceiros antecedentes. Ah sim! Naturalmente, para os homens, a dimensão do pênis também conta, sempre!
Para Chris, hetero e solteiro, o tamanho do pênis pouco importa e ele acredita que toda essa história não passa de uma mentira inventada sabe-se lá por quem. Em todo caso, é sempre melhor ser mais bem dotado, para evistar julgamentos não muito agradáveis. Alguns homens, de acordo com Chris, se preocupam com o fato de que as mulheres podem falar deles entre as amigas, fazendo aqueles tipos de comentários que conhecemos bem…
Uma recente pesquisa realizada pela “Coffee & Company“, uma agência de encontros inglesa, revelou um dado inesperado: seriam, na verdade, as mulheres mais inclinadas à traição, ou pelo menos, seriam elas a declararem de poder/querer fazer. Mais do que os homens.
Apenas 9% dos entrevistados homens trairiam as próprias parceiras se tivesse a oportunide. Já 25% das mulheres entrevistadas afirmaram que trairiam, e como! A pergunta é: como é possível ser assim confiante na capacidade de trair? Se trata de um estilo de vida?
Em todo caso, a pesquisa também revelou as motivações que empurrariam as mulheres a trairem mais do os homens e o primeiro deles é no mínimo inquietante: muitas mulheres, sem filhos, julgam maior a possibilidade de engravidar frequentando vários homens (e o instinto de conservação de espécie é mais forte que o bom senso?); o segundo motivo e o terço, são mais banais e previsíveis…
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Não é a prática mais ortodoxa para conhecer um homem mas, de tanto em tanto, vem à tona especialmente quando aquela amiga, tão querida, insiste em marcar um encontro entre a sua amiga solteira - você - com “aquele amigo tão legal do vizinho do seu primo”. E você acaba aceitando, às vezes só para agradar a sua amiga, ou até para acreditar naquela coisa do “vai que”… Mas nós não te deixamos sozinha nessa, mesmo com todas as boas intenções da sua amiga e do conquistador em questão, sempre é bom tomar algumas precauções para que o encontro não vire um pesadelo. Eis alguns conselhos de Em and Lo:
Para começar, é preciso evistar de aceitar programas com jantar no restaurante porque a mesma pode se revelar algo extremamte longo e chato; o clássico cineminha porque comporta o completo isolamento por muito tempo (isso sem falar nos pavorosos tentáculos que podem tentar uma aproximação no escuro da sala) e evidentemente, uma viagem no weekend, muito prematuro e estou para duvidar que alguém aceitaria algo do tipo como “primeiro encontro“.
O segundo cuidado é tentar prever um saída estratégica em caso de necessidade. Se ele é infinitamente entediante. Para estes casos, programe algum compromisso para logo depois do encontro, assim você já tem uma boa desculpa pronta para ser usada e ainda, para escapar com segurança de alguma proposta do tipo “vamos dar uma esticadinha”. Em caso de emergência, tem sempre a melhor amiga a quem você pode pedir socorro, de repente com um torpedo no celular enquanto vai no banheiro: ela poderia interromper a noite com uma desculpa bem arquitetada, não?!?
O senso comum prega que os homens geralmente são os mais interessado no sexo ocasional mas um estudo realizado pela Universidade do Michigan, descobriu (?!) que na verdade, as mulheres também são interessandas nas aventuras de uma noite e que quando dizem “não” aos possíveis amantes, é apenas porque sabem que a oferta de sexo sem compromisso é uma furada, ou seja, que quem a propôs não é capaz de lhe dar algum tipo de prazer.
Os pesquisadores descobriram que as mulheres são estimuladas pelos mesmos motivos que os homens, ou seja, buscam o mesmo objetivo (o prazer pelo prazer) mas se envolvem de um jeito diferente, sexualmente falando. Como toda mulherzinha que se preze, não se trata apenas do sexo em si; existe ainda um certo envolvimento emocional e psicológico além, claro, da atração sexual.
As mulheres são mais seletivas e tendem a procurar segurança no homem certo, enquanto os homens, do ponto de vista evolutivo, pensam em copular o maior número de vezes possível, para garantir a espécie. E e assim que as construções culturais que tentam de esconder certos instintos puramente biológicos, perdem força.
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Talvez para você que adora animais, nem seja uma novidade mas o fato é que uma pesquisa realizada por site de eletrônicos dos Estados Unidos revelou que para as mulheres, um homem sexy é aquele que tem um cachorro e não um smartphone.
A pesquisa ouviu mil pessoas. Metade dos homens que responderam à pesquisa afirmaram que exibir um iPhone ou iPad os deixaria mais atraentes. O contrário para as mulheres. Para a maioria delas e principalmente para aquelas com menos de 35 anos, um homem que tem um cachorro aparece muito mais interessante que um macho amante da tecnologia. Na foto que abre o post, o ator Taye Diggs, o Dr. Samuel “Sam” Bennett de Private Practice. E como discordar? E você, o que acha?
Via: RSI

Pergunta difícil? Os norte-americanos fizeram um estudo pra tentar descobrir o que a gente prefere. Os candidatos: chocolate, sexo e dinheiro. E adivinhem só o que eles descobriram? Que o dinheiro ocupa o topo da lista! Os pesquisadores entrevistaram as mulheres dando à elas as seguintes opções: sexo durante a semana, durante 5 anos, ou chocolate grátis pelo mesmo período. 73% das entrevistadas preferiu sexo, apenas 27% delas escolheram o chocolate.
Quando perguntadas se preferiam ganhar 1.000 dólares por semana durante 5 anos ou chocolate grátis… 91% das mulheres preferiu o dinheiro (afinal, com ele dá pra comprar chocolate, né?). O estudo foi realizado pela Saatchi Wellness e publicado na revista Advertising Age, já de olho no Dia dos Namorados americano. Isso porque o Valentine´s Day deles acontece agora em fevereiro.
fonte: Jornal Sportnews
foto: Tocando