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Todos os artigos com argumento depressão

A luz pode ser usada para tratar a depressão sazonal

publicado por Renata Fraia

raios de sol

A depressão é mesmo uma das principais e piores doenças da atualidade e, sabe-se, que atinge em maior número as mulheres. Sendo assim, é possível que muitas das Marias que estão lendo este artigo, sofram com esse mal. Uma terapia gratuita e oferecida aos montes em ares brasileiros (muito mais que na atmosfera de Londres, por exemplo) e que nós brasileiras podemos nos dar ao luxo de aproveitá-la é a chamada terapia da luz ou fototerapia, a nova ferramenta não farmacológica de combate a algumas formas de depressão e que é oferecida gratuitamente através do sol.

O efeito curativo da luz solar sobre as formas de depressão já havia sido estudada no século XVIII e utilizada por vários psiquiatras principalmente para o tratamento de depressão bipolar e alterações de humor após o parto (a conhecida depressão pós-parto). Hoje, este tipo de terapia é indicada especialmente para a chamado depressão sazonal , ou seja, as formas de depressão que ocorrem no outono, quando há menos horas de luz durante o dia e a noite chega mais cedo.

A terapia tem efeitos positivos sobre as pessoas que sofrem desta síndrome a uma taxa entre 50 e 80% e a doença reaparece em apenas uma em quatro de pacientes submetidas ao tratamento, e nestes os sintomas desaparecem completamente. Como é o tratamento com fototerapia: Durante a sessão, você se senta na frente de uma lâmpada que emite luz brilhante, a uma distância de 70 centímetros por, aproximadamente, meia hora, neste caso, obviamente, a terapia não é gratuita, por não vir da natureza, e é muito útil em dias nublados ou chuvosos.

Fonte: HCMagazine
Foto: Flickr

Depressão nas mulheres pode afetar o tamanho dos bebês

publicado por Norma Nascimento

As mulheres que sofrem de sintomas de depressão são 40% mais propensas a ter filhos com menor peso e estatura do que aquelas sem quaisquer sintomas de depressão. Isto é confirmado por um estudo sobre depressão materna e crescimento na primeira infância nos países em desenvolvimento: “revisão sistemática e meta-análise”, publicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Conforme relatado pela OMS, a pesquisa foi realizada mais de 14.000 mães e crianças de vários países na Ásia, África e América do Sul. O estudo explica que as crianças de mães com depressão ou sintomas depressivos estavam mais propensos a ser crianças com baixo peso ou atrofiadas.

“A detecção precoce, tratamento e prevenção da depressão materna pode ajudar a reduzir a desnutrição infantil e o baixo peso em crianças de países em desenvolvimento”, disse a OMS.

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Consumo excessivo de gordura trans provoca depressão

publicado por Gisele Ramos


Você certamente já reparou na quantidade de alimentos nas prateleiras do supermercado que contém a inscrição “livre de gordura trans”. Esses avisos não são à toa: a gordura trans realmente faz muito mal à saúde!

Um estudo revelou que, além dos problemas cardíacos, digestivos e de toda sorte que as gorduras “ruins” provocam, elas ainda podem provocar problemas mentais! Dentre os 12 mil participantes, aqueles que consumiram esse tipo de gordura tiveram maior incidência de depressão.

Por outro lado, o pessoal que consumiu gorduras boas, como aquelas encontradas no peixe e no azeite de oliva, tiveram melhoras na saúde mental. Então já sabe, Maria: na hora das compras, olho no rótulo!

Fonte e foto: Boa Saúde

Tratamento contra a depressão pode ajudar a emagrecer

publicado por Gisele Ramos


O ano está chegando ao fim, e muitas Marias estão prometendo que em 2011 vão batalhar para perder peso e encarar a balança sem medo. Uma coisa que muita gente deixa de lado é o tratamento psicológico durante as dietas.

Um estudo publicado na edição de dezembro da revista General Hospital Psychiatry revelou que as dietas têm melhor resultado quando aliadas ao tratamento contra a depressão. 200 mulheres obesas entre 45 e 60 anos foram dividas em dois grupos: um que só fez tratamento contra a obesidade, e outro que se tratou contra a obesidade e depressão.

O segundo grupo teve mais sucesso na batalha contra o peso. 38% perderam pelo menos 5% de seu peso corporal em seis meses, contra apenas 21% daquelas que não tiveram mudança nos níveis de depressão. Outro fator importante é a realização de exercícios físicos, que ajudam a emagrecer e ainda aumentam a autoestima.

Então já sabe, amiga, se quiser emagrecer em 2011 vale a pena prestar atenção no lado emocional também!

Fonte: Boa Saúde

Depressão pós parto: O quanto ela pode afetar o bebê

publicado por Renata Fraia

A depressão pós-parto pode ter graves efeitos negativos sobre a mãe e o relacionamento com a criança, que, neste caso, nasce em um ambiente que pode retardar seu desenvolvimento.

Crianças em contato com mães depressivas são mais propensas a mostrar atrasos no desenvolvimento e problemas futuros na interação social. A Academia Americana de Pediatria (AAP) publicou na edição de novembro que as mães com depressão pós-parto deveriam conversar com o pediatra para prevenir as formas de depressão pós-natal, para apoio em caso de depressão, e prestar apoio na relação criança-mãe.

A percentagem estimada de depressão em mulheres durante a gravidez e após o parto pode variar de 5 a 25 por cento. Uma família ou história pessoal de depressão, abuso de álcool aumenta o risco de depressão antes do nascimento da criança.

Uma visita antes do nascimento do bebê ao pediatra é uma excelente oportunidade para estabelecer um relacionamento com seus pais, para avaliar o risco de depressão, e iniciar estratégias de prevenção. Este tipo de depressão pode levar ao aumento dos custos médicos, assistência médica inadequada, a possível interrupção do aleitamento materno, as formas de abuso e negligência contra crianças. Os exames preventivos são recomendados por Bright Futures e Task Force AAP sobre Saúde Mental.

Foto: Flickr
Via: MedicalNewsToday

Estudo liga falsa percepção de obesidade na adolescência à depressão em jovens

publicado por Renata Fraia


“Adolescentes com peso ideal que acreditam estar obesas correm risco maior de entrar em depressão do que obesas que têm consciência de sua condição. A conclusão é de sociólogos da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos.”

A obesidade entre adolescentes preocupa, e com razão, aos pais; mas recente estudo de sociólogos da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA), concluiu que os pais de jovens com o peso ideal também devem ficar atentos.

É que, segundo a pesquisa, adolescentes que estão no peso ideal, mas se acham gordos têm maior chance de ter depressão do que os que realmente são obesos. Foram estudados 6.557 garotos e 6.126 garotas e a publicação foi feita no “Journal of Health and Social Behavior”. Uma das estudiosas, Michelle Frisco, diz:

“Os médicos não podem presumir que adolescentes com peso saudável têm a consciência de que seu peso é de fato saudável e, acima de tudo, de que se sentem bem com isso”.

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Depressão e ansiedade em mulheres pode ter causa biológica

publicado por Renata Fraia

Em branco

“O motivo pelo qual há mais casos de ansiedade e de depressão entre mulheres pode ser biológico, segundo um estudo divulgado por um grupo de neurocientistas do Hospital da Criança na Filadélfia, nos Estados Unidos.”

Que as mulheres têm mais de depressão e ansiedade do que os homens é fato conhecido, mas a causa ainda não estava bem estabelecida. Veja o que diz um novo estudo. Observando a recepção de situações de estresse em cérebros de ratos, pesquisadores descobriram que nas fêmeas falta uma proteína capaz de amenizar o efeito do hormônio que desencadeia a resposta ao estresse.

Uma das causas do estresse em mamíferos, é uma substância chamada corticotropina (CRF em inglês), a qual é liberada pela hipófise justamente nessas situações. O que se descobriu no estudo liderado por Debra Bangasser é que os ratos do sexo masculino expostos ao estresse, tiveram uma resposta adaptativa, denominada de internalização, nas células cerebrais.

Suas células reduziram o número de receptores para CRF, devido a uma proteína que as torna menos sensível ao hormônio. Já em ratos fêmeas, esta adaptação não ocorre porque esta proteína importante pela adaptação não se liga ao receptor de corticotropina.

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Drama! E se chocolate causasse depressão?

publicado por Janaína Ávila

Drama! E se chocolate causasse depressão?

Todo mundo pensa que o chocolate ajuda na hora que você se sente um pouco down. Mas parece que não é bem assim… De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Archives of Internal Medicine, o chocolate não ajuda a melhorar o humor, aliás contrinui para estados depressivos.

Segundo os pesquisadores da Universidade da Califórnia, quem se entope de chocolate apresenta sintomas de depressão que aumentam em proporção às porções do alimento consumidos no mês. O chocolate para levantar o moral, afirmam os cientistas, não passa de um “lugar comum”, sem nenhuma prova científica.

E como é que eles chegaram a essa amarga conclusão? Analisando as respostas de 932 voluntários sobre a quantidade de chocolate ingerida em 30 dias. Depois disso, foi analisado o humor de cada indivíduo, baseando-se em uma escala que mede os níveis de depressão. E você, quanto chocolate come? Você concorda com a pesquisa? Se considera uma pessoa deprimida?

Via: BariMia
Foto: Flickr

Mulheres depressivas: a culpa pode ser do marido

publicado por Carol



Ter uma vida de casal serena e feliz é sorte. É sorte também encontrar a pessoa certa. É sorte encontrar uma pessoa com quem se esteja de acordo sem muito esforço. Não deveria ser necessário dizer (mas às vezes é) que o amor precisa de paciência e inteligência (alguns chamam de bom senso). Mas, quando essas coisas estão em falta, o que acontece? Deixamos a resposta para vocês, como sempre, porque, algumas vezes, lendo estudos e pesquisas psico-sociais, ficamos em dúvida se conseguimos ou não interpretar a sociedade e os seus comportamentos.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Missouri partiu dos seguintes dados: 10% da população sofre de depressão. A partir disso, conduziram um estudo sobre a depressão das mulheres e concluíram que a doença aumenta drasticamente quando se convive com um marido hostil e anti-social.

A primeira sensação é que estamos falando de algo conhecido. Mas depois nos perguntamos: o conhecido seria os termos “hostil” e “comportamento anti-social”? Tudo é possível. Mas o que significa “hostil”? Procurando no dicionário (para irmos fundo nessa história) a tradução encontrada é: “que denota aversão, desconfiança de alguém ou alguma coisa” ou “quem é averso, contrário, inimigo”. Nenhuma grande descoberta, ou seja: o homem para se estar longe o mais rápido possível.

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Corre Maria, corre! Os benefícios da corrida para as mulheres

publicado por Janaína Ávila

Corre Maria, Corre! Os benefícios da corrida para as mulheres

Você já deve ter notado que correr tá na moda. Até a Ivete Sangalo anda correndo! Além de ser trend, adotar a corrida como o seu esporte físico preferido por trazer muitos outros benefícios, principalmente para as mulheres. Fausto Fagioli Fonseca assina a reportagem da Revista 02 Por Minuto onde diz que “as fases da corrida, assim como as da vida, têm significados distintos para as mulheres”. Isso quer dizer que a prática do esporte é diferente para o corpo de uma adolescente, que está no auge da forma física, em relação aos efeitos no corpo de uma mulher adulta. O mesmo vale para as mulheres da terceira idade.

A corrida pode ser praticada por todas as mulheres; o importante é respeitar os limites de cada corpo seguindo a orientação de especialistas. Confira como a corrida por trazer benefícios para as Marias de acordo com a faixa de idade:

Adolescentes: Estimula a manutenção de um hábito saudável. Praticar exercícios nesta fase garante uma vida adulta e de 3ª idade mais saudável e com menos riscos para doenças.

Adultas: Trabalho, filhos, vida corrida e a mulher adulta sofre com o excesso de atividades cotidianas que provocam estresse e fadiga. A corrida ou qualquer outroa atividade física melhora a tolerância, diminui riscos de doenças e ajuda a descansar e relaxar quando é hora. Além disso, melhora melhora a consciência corporal, passando a conhecer os limites de esforço do próprio corpo.

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