
Foi-se o tempo em que ouvir o padre dizer “até que a morte os separe” garantia um casamento que durasse, de fato, até a morte. Segundo o IBGE, aqui no Brasil um em cada cinco casamentos acaba em divórcio, e famílias com padrastos, madrastas e meio-irmãos são cada vez mais comuns.
Claro que ninguém casa pensando no divórcio, mas algumas medidas podem tornar esse momento menos traumático para ambas as partes, e também para as pessoas diretamente envolvidas no processo, como os filhos. A principal dica dos especialistas é: conheça de antemão todos os direitos e deveres envolvidos no casamento, assim o divórcio tende a ser mais tranquilo.
“No divórcio, cada caso é um caso. Não existe uma fórmula para dar certo. O casal divorciado deve descobrir qual o melhor acordo para ambas as partes”, afirma o advogado Rodrigo Madeira Nazário, do escritório Madeira & Nazário Advogados Associados. Quando há filhos envolvidos, recomenda-se ainda maior cautela na hora de brigar durante a partilha dos bens.
“O apego material está ligado a alguma compensação emocional. Avalie se essa briga é legítima ou um simples mecanismo de manter o vínculo com o ex-cônjuge”, diz o professor de Psicologia da Universidade de Brasília Enrique Bessoni. Então, fique de olho nos seus direitos e não perca tempo com briguinhas bobas nesse momento que já é tão difícil, ok?
Fonte e foto: Correio Braziliense
Nem sempre uma relação amorosa dá certo, infelizmente. Os divórcios e separações são cada vez mais comuns, assim como os homens e mulheres que se casam pela segunda vez. Em teoria, as pessoas estão mais maduras, mais experientes, com situação financeira estabilizada nessa segunda tentativa. Tem tudo pra dar certo, mas será que dá?
Na opinião da psicóloga Beatriz Amaral não é o fato de ter sido casada antes que determina o sucesso de uma relação. “O que acontece é que, quando o primeiro casamento não vai bem e a separação é inevitável, esta experiência tão forte e marcante é fonte de um grande aprendizado não só para uma nova relação como para toda a vida. Mas não há a garantia de que será melhor que o outro. Apenas será diferente”, diz ela.
Fonte e foto: Bolsa de Mulher
Na Itália, mais precisamente em Milão, foi realizado o 1º Salão do Divórcio, que aconteceu, ironicamente, no mês das noivas, Maio. O evento especializado em quem deseja se separar, conta com diversos tipos de serviços. Dentre eles,detetives, que são contratados principalmente porque o agora ex-marido pretende pegar um flagrante da esposa adúltera, para que a pensão acordada seja a mínima possível e outro para pais que querem pedir um teste de paternidade.
Um outro serviço interessante, é o de encomendar um bolo em “comemoração” à essa nova fase da vida, ‘recém-separados’. Uma sugestão dada, para servir na festa de divórcio, é uma torta do recomeço em formato ying-yang, onde o chocolate e a pimenta lembram o sofrimento da relação passada e o maracujá (da outra metade), serve para purificar a nova vida. Há também dicas para quem deseja encontrar um novo companheiro.
Outra dica é pintar as paredes com novas cores. É um jeito de renovar as energias do ambiente onde o casal viveu junto. O evento foi mostrado no Fantástico e para ver a reportagem completa, apresentada por Ilse Scamparini é só acessar o site do programa. Depois deste salão, a expressão “enfim sós”, pode ter outro sentido.
Via: Fantástico-Globo
Vídeo: YouTube/sonovelas
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De acordo com uma famosa advogada italiana, Annamaria Bernardini de Pace:“As mulheres casam com Giovanni, o rico engenheiro, mas depois sonham com Gino, o pedreiro”.
A senhora de Pace é especializada em divórcios e fala de um novo mandamanto, aquele de não desejar o parceiro dos outros, que aqui se entende como a consumçao da traição em si ou só uma coisa platônica. Ela explica que se a traição ainda fosse punida pela lei, as prisoes italianas (e acho que nao so elas) estariam cheias de homens e mulheres: o numero de “puladas de cerca” cresce constantemente, especialmente entre as mulheres visto que 64% delas, dizem que se tivessem a possibilidade, o fariam.
Essa escapadinha, nada além disso, dizem que è antidepressiva (o sexo è antidepressivo!) e ajuda a sair daquela rotina quotidiana. Mas, se 40% dos traidores nao consegue convencer o companheiro – ou companheira – que a escapada è apenas um inofencivo hobby … o resultado è a avalanche de pedidos de separaçao.
Pasmem: as mais propensas a esse tipo de hobby, são as senhoras. De acordo com o psiquiatra Willy Pasini: “As mulheres nao sofrem passivamente a traiçao por parte dos maridos mas, elas também sabem colocar o eu na frente do nós, o bem estar pessoal à aquele do casal. E para tanto, escolhem um macho forte e musculoso”. Enfim, uma coisa é certa: a traição nao è um passeio no bosque e nem um hobby. A ferida fica para traidores e traídos.
Via:Fondazione italiani
Foto: Flickr