Quem diria que as redes sociais poderiam interferir tanto em nossa produção hormonal?
Primeiro tem a ação da ocitocina, que já é considerado o “hormônio do amor“, mas agora suspeita-se que a ocitocina também seja o hormônio da confiança.
A liberação da ocitocina e, consequentemente, o aumento da confiança ocorreria quando os amigos estão on-line no Facebook, estimulando-nos a ser mais favoráveis a eles, da mesma forma que ficamos mais confiantes quando falamos cara a cara com amigos ou familiares, além disso, de acordo com estudos recentes, os hormônios do estresse seriam reduzidos a cada novo tweet.
Já a adrenalina aumentaria no organismo a cada mudança que vemos no perfil de amigos, conhecidos no Facebook e em outras redes sociais.
Então, podemos crer que as redes sociais mexem muito mais com nossas emoções do que acreditávamos e que podem funcionar quase como um encontro ao vivo com as pessoas que conhecemos, sendo capaz de provocar as mesmas emoções em ambas situações.
Via | TheFrisky
A advertência é em particular para as mulheres grávidas: usar sapatos altos durante a gravidez coloca em risco a longo prazo os próprios pés e pode inclusive provocar acidentes. Afirma um grupo de pesquisadores ingleses que realizaram uma pesquisa que demonstrou, pelo menos no Reino Unido, que a maior parte das mulheres grávidas usam sapatos não adequados. Segundo a publicação de Telegraph, 32% das mulheres grávidas usam saltos altos, 53% passa a usar sapatilhas, 66% usa chinelos e 30% usa botas.
“Todos estes tipos de sapato estão errados -explica Lorraine Jones, de Society of Chiropodists and Podiatrists- porque não oferecem um suficiente suporte ao físico mais pesado pela gravidez. Os saltos altos sobrecarregam a coluna, que já sofre pela pressão da barriga, e podem provocar problemas a longo prazo e aumentar o risco de quedas”.
Continuar lendo: Mulheres grávidas: especialistas dizem "não" aos sapatos altos
“Rir é o melhor remédio”. Quem é que nunca ouviu essa máxima? O dito popular foi confirmado pela ciência ao longo dos anos: rir faz bem ao organismo, melhora a saúde, favorece o equilíbrio hormonal, fortalece o sistema imunitário, ajuda quem sofre de doenças crônicas a enfrentar melhor a própria doença e às vezes, até mesmo a vencê-la.
Lee Berk, estudioso californiado da Loma Linda University, conduziu vários estudos sobre a risada e o último deles, revela que rir aumenta a produção de grelina, o hormônio da fome, e reduz a leptina, aquele que bloqueia o apetite. O tal “Laughercise” , palavra que coloca a risada como uma atividade física também indica que rir, regolarmente, ajuda no apetite o que pode se revelar uma boa notícia para quem sofre com a falta de dele.
As conclusões dos pesquisadores: rir favorece a circulação sanguínea e a oxigenação do sangue, melhora o níveis de colesterol e principalmente, estimula a produção de adrenalina e dopamina, hormônios que regulam a produção de endorfinas e encefalinas, autênticos analgésicos naturias que, não só melhoram as respostas do nosso sistema imunológico (e ativam a ação das células imunitárias, principalmente aquelas que combatem o cancer), mas favorecem também o bom-humor.

Após o ministro da saúde, José Gomes Temporão, ter recomendado à população que façam sexo, para combater doenças crônicas, muito se tem falado sobre o tema. Segundo Dr. Irwin Goldstein, diretor da ala de medicina Sexual no hospital de Alvarado, nos EUA e publicado no Healthline, existem doze provas de que o sexo faz bem à saúde. E são elas:
1) Combate resfriados e gripe: Manter relações sexuais uma ou duas vezes por semana podem elevar os níveis de IgA (imunoglobulina A), primeira linha de defesa para gripes e resfriados.
2) Queima calorias: o sexo pode ser considerado um exercício físico divertido, pois ao aumentar o fluxo sanguíneo faz o coração bater mais forte.
3) Regula os níveis de hormônios, o que melhora sintomas como menopausa e promove ciclos menstruais regulares.
4) Alivia dores de cabeça e física, por liberar o hormônio ocitocina, que atua contra a dor.
5) Reduz o estresse e a pressão arterial: O responsável também é a ocitocina que acalma e promove o sono, reuzindo o estresse.

Que uma noite de sono faz um bem danado pro corpo e pra mente a gente já sabe. Mas os benefícios do descanso diário são ainda melhores: dormir bem ajuda a emagrecer.
Vários estudos e pesquisas vem comprovando essa teoria. Walter André dos Santos, neurologista e pesquisador do Instituto do Sono/UNIFESP, explica:
“A relação entre emagrecimento e sono já é conhecida, mas, ao contrário do que muitos pesquisadores acreditavam, a perda de peso não acontece apenas em longo prazo. Quando a pessoa dorme bem uma noite, ela já acorda mais magra no outro dia”.
Segundo o pesquisador, basta uma noite de pouco sono para acordarmos com uns quilinhos a mais no outro dia. Os estudos apontaram que é possível perder até 2% das medidas em uma noite.
Continuar lendo: Quer emagrecer? Durma bem! Sono é poderoso aliado da dieta

Você já passou dos 30 anos e ainda acorda com espinhas no rosto? Bem-vinda ao clube!!! Infelizmente, a acne não é coisa só de adolescentes e tem muitas Marias maduras que sofrem com o problema. O site da Revista Nova traz uma matéria sobre o assunto, com dicas que podem nos ajudar a livrar a nossa pele desse mal.
De acordo com a dermatologista Denise Steiner, ouvida pela reportagem, um dos vilãos é o nosso estilo de vida. Claro que quem tem a pele oleosa sofre mais; no entanto, até as mulheres com peles normais e secas estão sujeitas a um ataque de acne. Tudo culpa do stress, hormônios masculinos e do ar-condicionado.
Mas antes que a gente comece a arrancar os cabelos, a matéria dá algumas dicas de tratamentos para acne severa, para as moderadas e leves e derruba alguns mitos, como aquele de quê o chocolate dá espinhas. Gostou? Então leia tudo aqui.
Via: Revista Nova
Foto: Flickr
Se você desconfia que a pílula anticoncepcional interfere no seu humor e até mesmo no seu apetite sexual, saiba que isso é só o começo. Um estudo feito pela Universidade de Sheffield e publicado na revista “Trends in Ecology and Evolution” revelou que a pílula interfere também na escolha do parceiro.
A descoberta tem a ver com nossos instintos mais básicos, como o olfato. O estudo identificou que a pílula altera as percepções femininas no período anterior à ovulação. Com isso, não notamos cheiros e outros sinais que nos identificam com um parceiro. Durante o período ovulatório, nos sentimos mais atraídas por homens competitivos - seria a seleção natural de Darwin?
Alexandra Alvergne, uma das coordenadoras do estudo, ainda afirmou que mulheres que tomam pílula podem não escolher os parceiros ideais.
Continuar lendo: Estudo revela que pílula interfere na escolha do parceiro

Marias, é totalmente compreensível que estejamos cansadas para o sexo após o dia duro de trabalho. Tá, mas é compreensível por nós, apenas, e para os maridos/namorados?
Mas pensem bem, a opção para não deixar o relacionamento desgastar, acabar ou até mesmo permitir a entrada de uma terceira pessoa na relação, sexo matinal pode ser um forte aliado a nossa rotina!
Conheça dicas para não deixar o relacionamento cair na rotina*
De acordo com um estudo da Universidade Queen’s de Belfast (Reino Unido), sexo pela manhã melhora o funcionamento de diferentes órgãos, reforça as defesas imunológicas, melhora a circulação e diminui a pressão.

Um estudo norte-americano constatou que mulheres que amamentam por mais de um ano estão 10% menos propensas a sofrer derrames (AVC) do que as que nunca amamentaram e cerca de 20% menos propensas a sofrerem de hiperglicemia e excesso de colesterol e ainda 12% menor é o risco de hipertensão.
A pesquisa envolveu 140 mil mulheres já no período pós-menopausa. As mulheres estudadas amamentaram seus bebês há mais de 35 anos. Ao amamentar ocorre a diminuição de depósitos de gordura no organismo da mulher.
Durante a amamentação é estimulada a liberação de hormônios o que também aje em benefício ao organismo.
Diante dessa constatação, pode-se deduzir que as mulheres de antigamente praticamente não tinham problemas cardíacos e por analogia não tinham TPM, pois sempre estavam grávidas ou amamentando.
Fonte: BBC-Brasil
Foto: Flickr
As diferenças entre homens e mulheres vão muito além das anatômicas e óbvias que podem ser vistas a olho nu. As diferenças fisiológicas também são muitas, principalmente por causa da ação dos hormônios que diferem bastante de sexo para sexo.
Por conta dessas diferenças alguns problemas como os cardíacos, por exemplo, podem ocorrer de maneira distinta e com maior ou menor incidência em determinada idade comparando-se a mesma faixa etária em ambos os sexos.
Os médicos Dr. Raul Santos e Dr. Otavio Gebara lançaram um livro onde explicam um programa de prevenção especial para o coração das mulheres de uma forma fácil de entender e seguir.
O título do livro é “Coração de Mulher” e aborda temas como hipertensão, colesterol, diabetes e obesidade e como afetam a saúde feminina, e pode ser adquirido no site Loja Abril.
Via: LojaAbril.com