
Certamente você conhece alguma mulher que tem próteses de silicone e que se tornou mãe rescentemente ou está esperando o primeiro filho. Diante disso, vem a inevitável pergunta: quem tem implante mamário pode amamentar normalmente? A resposta é sim! “Não há uma relação prejudicial entre ter prótese de silicone e amamentação”, garante o cirurgião plástico Alexandre Kataoka, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. “Mas é preciso respeitar alguns princípios básicos, como tamanho exato da prótese, o local da incisão etc”, completa. Abaixo, o especialista esclarece outras dúvidas em torno do uso de silicone por quem já foi ou vai ser mãe. Confira:
Qual a relação entre prótese de mama e amamentação?
Não há uma relação prejudicial, desde que sejam levados em consideração o tamanho exato da prótese, o local da incisão etc.
Quem tem próteses de silicone produz a mesma quantidade de leite que uma mulher que não tem silicone?
Sim, existem alguns trabalhos que demonstram exatamente isso, desde que o tamanho da prótese não seja exagerado. Caso o implante mamário seja exageradamente grande há a diminuição da quantidade de leite produzido, ou ainda a interrupção dos canalículos que o conduzem aos mamilos.
Há escape de silicone no leite?
Só há escape de silicone se houver uma ruptura da cápsula e o silicone vazar, o que chamamos de ruptura extracapsular, o que é muito raro. Se a prótese estiver íntegra, não há escape de maneira alguma.
Ninguém discorda que a maternidade é um momento único na vida das mulheres que escolhem passar por essa experiência. Nem é necessário estar grávida para saber o quanto trabalhoso é estar com uma pequena vida dentro de você.
Muitas mulheres acreditam que nove meses é uma verdadeira eternidade, enquanto outras, apesar da ansiedade, relatam que a gravidez passa muito rapidamente e que, inclusive, depois sentem até falta do período que passaram com os bebes em seus ventres. São tantas as transformações que o corpo da mulher passa, que fica até difícil enumerar. Sem contar com a transformação de valores e sentimentos que rondam a maternidade.
E se você tivesse a oportunidade de relembrar a evolução da sua gravidez “mudança a mudança?
No melhor estilo stop motion, um casal registrou os momentos importantes da gravidez até o nascimento da criança. De uma maneira bem humorada e principalmente emocionante, o casal mostrou as transformações que passaram juntos com a gravidez. Com a singela descrição “Our little 9 month project”, o vídeo time-lapse foi postado na quarta-feira, se tornou um hit do YouTube e já foi visto por meio milhão de vezes.
Um trabalho maravilhoso e emocionante que tem tudo para virar tendência. Quem não quer um video assim? Vale à pena conferir e compartilhar!
Fonte: Youtube
Toda mulher sabe o quanto é difícil, conciliar trabalho, casa e filho. Várias são as mudanças que acontecem com a chegada de um filho. Mudanças no corpo, modo de se vestir e rítmo de trabalho são algumas das coisas que as mamães acabam enfrentando.
Para a atriz global Daniele Suzuki isso não foi diferente. Ela contou em entrevista, como está lidando com a nova vida de mamãe, que apesar do novo estilo de vida, está tirando de letra.
Uma das principais coisas que mudou segundo ela, foi sem dúvida, a escolha do que vestir no dia-a-dia, acaba optando por modelos mais decotados, pois facilitam na hora de amamentar.
“O meu modo de vestir mudou depois que o Kauai nasceu sim. Não que eu me vista de modo mais comportado ou clássico agora, mas quando abro o armário para escolher uma roupa, a primeira coisa que eu avalio é a praticidade. Eu tenho blusas de gola alta lindas, que eu adoro, mas que não uso há bastante tempo. Se eu tiver que amamentar, como fica? Prefiro então colocar roupas mais decotadas para facilitar”, disse.
Continuar lendo: Daniele Suzuki conta o que mudou após a gravidez

Com certeza você já viu alguma foto de Gwen Stefani flagrada na rua por algum paparazzi. Ela sempre aparece linda e agora sabemos o motivo. Gwen Stefani usa maquiagem todos os dias.
Ela mesmo confessou em entrevista para revista “In Style” que faz de tudo para manter sua vaidade em dia.
“Uso maquiagem todos os dias, mesmo que eu não vá a lugar nenhum”, confessou.
E os cuidados nao param por ai, a celebridade de 44 anos, falou sobre os cuidados com seus cabelos.
“Eu faço minhas raízes tão frequentemente como Marilyn Monroe fazia nas dela. Estou falando sério. Você sabe, eu fui ruiva uma vez. Logo depois que voltei da primeira turnê do No Doubt eu senti como eu poderia ser reconhecida, então eu pintava meu cabelo de vermelho. E eu odiava isso”, disse Gwen.
A cantora também falou sobre a experiência da maternidade. Gwen diz que a maternidade a obrigou a reconsiderar algumas de suas escolhas de moda. Ela deixa seus saltos em casa quando passa os dias em família.Ela diz que delegar tarefas é uma boa fórmula para obter uma vida equilibrada entre profissão e família.
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Você acompanhou a série de posts que mostrou quais produtos químicos podem acabar com a fertilidade da mulher. Reunindo todas essas dicas, é fácil entender o que é melhor para a saúde da mulher: optar por alimentos e produtos naturais, sempre.
Estes dois últimos vilões da lista resumem bem porque temos de duvidar sempre do que passa por muitos processos químicos. Vale também para toda a família, não importando se trata-se de uma candidata a gestante ou não.
Confira:
7. Transgênicos
Os alimentos transgênicos ou geneticamente modificados estão na lista negra. Lavouras transgênicas, principalmente de milho, soja e canola, são manipulados geneticamente para resistir a pesticidas tóxicos. Um estudo austríaco, de 2008, constatou que os animais expostos a transgênicos reduziram sua capacidade de se reproduzir. Os efeitos ficaram mais fortes na terceira e quarta gerações, possivelmente indicando que a bisneta de uma mulher que come alimento transgênico poderá sofrer infertilidade.
O que fazer? Coma alimentos orgânicos, simples assim!
Continuar lendo: Série: Componentes químicos que podem acabar com a sua fertilidade

Você começou a conferir aqui quais são os maiores venenos para a fertilidade da mulher. As preocupadas futuras mamães acabam tomando cuidados que não fazem muito sentido, como evitar um longo período de pílula anticoncepcional, quando há outros verdadeiros vilões da fertilidade.
A boa notícia é que há maneiras de evitá-los. Mesmo os homens, que não se atentam tanto a esse problema, também podem ser contaminados e ter sua fertilidade prejudicada.
Confira a lista os demais componentes da lista:
4. Ftalatos
É um dos maiores desafios, já que é um composto químico bastante presente no dia a dia de casa, encontrado nos produtos de vinil e com fragâncias artificiais. Estudos mostraram que homens, com níveis mais elevados de ftalatos, sofreram danos no DNA do esperma. Os Ftalatos agem como um estrogênio sintético no corpo, prejudicando a masculinidade do homem.
O que fazer? O produto é encontrado em cortinas de chuveiro, couro sintético; produtos perfumados como colônia, perfume, velas, purificadores de ar, sabão em pó, secador de folhas, e amaciantes de roupas, xampu, sabão, spray de cabelo, spraycorporal, loção, desodorante e outros itens de higiene pessoal.Para evitá-los, opte por velas de cera de abelha, produtos à base de plantas e fique longe dos rótulos que tenham as palavras “fragrância” ou “perfume” como um ingrediente.
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Mulheres que planejam uma gravidez em breve, já se preocupam com sua fertilidade. Algumas tomam o cuidado de não tomar pílula anticoncepcional por muitos anos, o que é um mito. É preciso tomar cuidado mesmo com outros vilões, presentes no dia a dia de todos nós. Eles sim pode contribuir com problemas de fertilidade femininos. A boa notícia é que há maneiras de evitá-los. Mesmo os homens, que não se atentam tanto a esse problema, também podem ser contaminados e ter sua fertilidade prejudicada.
Confira a lista:
1. Panelas antiaderentes
Elas são bonitas e fáceis de cozinhar. Mas os componentes antiaderentes deste tipo de panela ou vasilha acaba contaminando os alimentos. Pesquisadores dinamarqueses descobriram que homens com níveis mais elevados de produtos químicos de um antiaderente comum, ácido perfluoralquil, tinha metade da quantidade de espermatozóides saudáveis dos homens com os níveis mais baixos. Já as mulheres levaram mais tempo para engravidar.
O que fazer? Prefira panelas de aço inoxidável não tratada, ferro fundido e vidro.
2. Glymes
A maioria da população nunca ouviu falar de “glymes,” produtos químicos solventes na família éter glicol utilizado na fabricação de microchips, placas de circuito, e medicamentos prescritos. Em 2011, no entanto, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) começou a tomar uma posição mais firme contra os compostos, possivelmente proibindo-os para novos usos. Estudos observaram que trabalhadores em fábricas, onde glymes são comumente usados, têm maiores taxas de aborto espontâneo.
O que fazer? O agente é encontrado em produtos de limpeza para tapete, cartuchos de jato de tinta, tintas e baterias de lítio. Por isso, utilize a impressora só quando necessário e para limpar o carpete, prefira misturar naturais como vinagre branco e bicarbonato de sódio, que agem como tira manchas.
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Eu acho uma ótima notícia, embora a maior parte das mulheres tenha mesmo seus filhos na faixa dos 20. Segundo um estudo recente do IBGE: Em 1999, 14,4% das mulheres que tiveram filhos tinham entre 30 e 34 anos, em 2009 esse percentual aumentou para 16,8%. Nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, as proporções de nascimentos entre mães que pertenciam a esta faixa etária foram maiores que as do grupo de 15 a 19 anos.
Já em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, as proporções de nascimentos entre mães de 25 a 29 anos já são maiores do que as que têm filho dos 20 aos 24. No Maranhão e Pará, os índices apontam predominância das mães do grupo etário de 15 a 19 anos e de 20 e 24 anos.
Para o IBGE, o estreitamento da pirâmide etária nos grupos mais jovens, a diminuição das taxas de fecundidade em todas as idades e a postergação da maternidade, em especial no caso de mulheres com maior escolaridade, são elementos que explicam essa redução de mães mais jovens.
Fonte:IBGE:
Foto: Forte Notícia
Muheres grávidas e sexo é um binômio tabu, feito de mitos, temores e preconceitos. Estar grávida não tira de fato o desejo sexual, como muitos pensam: com uma informação correta e as devidas atenções pode ser feito sem nenhum medo.
É a mensagem do Hospital Santa Maria de Lisboa, Portugal, que tem coom porta-voz a doutora Joana Rocha Pauleta, coordenadora de uma pesquisa publicada no Journal of Sexual Medicine.
O estudo foi conduzido sobre os desejos e hábitos sexuais durante a gravidez. Os resultados mostraram que a maior parte das mulheres têm relações sexuais sobretudo nos primeiros dois ou três meses, quando a barriga começa a crescer. Somente 40% das mulheres grávidas revelaram continuar as relações com o marido até o final da gravidez. A conclusão a qual chegaram os estudiosos foi que cerca de 50% das futuras mamães não notou grande diferença na atividade sexual durante os primeiros dois ou três meses, nem mesmo em relação à satisfação atingida.
Podemos falar de preservativos até o final dos tempos, envocando uma melhor educação sexual ou fazendo piadas sobre os comerciais publicitários que explicam o uso da camisinha, mas uma gravidez indesejada pode acontecer pelas mais diversas causas, que nem sempre dependem da desatenção ou irresponsabilidade: e se o preservativo fura?
Uma mulher deve fazer as contas antes, mas depois tem que fazer essas contas junto com o companheiro: e o que fazer se ele não reage como esperamos? Independente da escolha, é preciso muita coragem para encarar a materinidade e ainda mais coragem se o companheiro nos desilude, abandona ou não compartilha a escolha.
De algumas conversas em fóruns e mídias sociais, pode-se perceber os leve tons que parecem querer exorcizar um medo: colocamos em negrito e repetimos que não precisamos dele, que ele demonstra não saber assumir certas responsabilidades, fazemos o problema parecer superficial para não nos deixarmos abater, mas, no fim das contas, se ele reage mal nos sentimos rejeitadas.
Continuar lendo: Gravidez indesejada: as reações dos homens e das mulheres