
Uma matéria no site da Revista Crescer chamou a minha atenção. Como é difícil interpretar os sinais de um neném. Claro que quando chora, fica mais fácil (ou não!) mas como perceber os pequenos sinais de afeto, como notar os sinais que confirma o que parece óbvio, ou seja, que o seu bebê ama você.
De acordo com o pediatra Hamilton Robledo, do Hospital São Camilo, de São Paulo, a primeira delas é o olhar fixo. Desde o nascimento, a mãe é observada, com os pequenos olhos que a seguem por toda a parte. “Ele não sabe nada sobre o mundo, mas sabe que você é importante”.
A partir dos 9 meses, continua o pediatra, o bebê começa a dividir os desejos com a mãe, oferecendo objetos, repetindo gestos ou emitindo sons para chamar a atenção. Mais um bom sinal de amor! Mais um é que o seu filho tende a ficar aflito quando você não está por perto. “Isso acontece por volta dos 8 meses, quando eles começam a ficar tímidos na presença de estranhos. Essa é, talvez, a mais clara declaração de amor”, diz Robledo.
Quatro mulheres em frente à máquina de café. Quatro mulheres falam de como às vezes é difícil ser mulher. Quatro mulheres falam sobre parto entre piadas, risadas e recordações dolorosas.
O momento do parto, ou melhor, a hora do parto, é uma das recordações indeléveis da vida de uma mulher, sobretudo ao que se diz da dor física e a consequente histeria daqueles últimos momentos. Cada uma tem a sua experiência única para contar, desde a correria do pré-parto, às vezes inútil, até as veias dos olhos, machucadas pela dor, ao parto na água, ao incomum parto em pé, totalmente natural - exemplo dos partos africanos - e os resultados incríveis.
Mas ao que parece, hoje existe um método novo que alivia a dor na sala de parto. A doce alternativa se chama ópio, ou, mais precisamente “Remifentanil”. Consiste em uma anestesia (intravenosa) à base de um opióide comumente usado para adormecer os pacientes durante cirurgias. Deste modo, a futura mamãe consegue assistir acordada o nascimento do seu filho, quando é impossível submeter-se à clássica epidural, contraindicada em casos de problema de coagulação.
O experimento teve início no hospital italiano de Careggi, em Florença, com resultados muito positivos e ainda está sendo realizado. É o que confirma Anna Melani, responsável pela repartição de anestesia do departamento materno-infantil e primeira a se afrontar com o parto com ópio: “Uma alternatiza segura já estudada há anos que age rapidamente e, do mesmo modo, é rapidamente eliminado do organismo”.
Tantas testemunhas, cada um tem a sua história para contar, mas o elemento em comum a todas elas é o medo da dor do desconhecido que de transforma em amor infinito quando, abrindo os olhos, aparece a nova vida.
Um total de 16 presépios podem ser vistos no especial de Natal iG. Tem presépio de tudo que é tipo. Começando pelos tradicionais, passando pelos artesanais - como os de fibras de bananeira - até alguns bastante inusitados e ultra-modernos.
Trouxe pra vocês dois dos mais modernos presépios. Acima, um modelo estilizado da Marché Art Vie, com 6 peças (R$ 792,00), com 3 peças (R$ 396); abaixo, o presépio Yesus, de resina, da Bade Design (R$ 89,00).
As outras preciosidades, assim como onde estão à venda e seus respectivos preços podem ser vistos no Fotoshow. As imagens preenchem a tela por completo proporcionando uma agradável sensação de paz e presença do espírito natalino. Aproveitem!
Não é de hoje que as gestantes tem o hábito de conversar com o bebê ainda dentro da barriga. A prática, recomendada por inúmeros médicos, é super positiva pois além de aproximar mãe e filho antes do nascimento também ajuda no aprendizado da criança.
Pensando nisso foi criado o Lullabelly, um cinto para ser usado pela futura mamãe sob ou sobre as roupas, com caixa de som embutida que pode ser conectada a um MP3 player. A ideia, neste caso, é tocar músicas para o bebê.
Um estudo feito por cientistas holandeses, com fetos a partir da trigésima semana de gestação, descobriu que os bebês em desenvolvimento possuem a chamada memória curta, sendo capaz de armazenar memórias ainda dentro do útero materno.
Continuar lendo: Cinto para grávidas que toca músicas para o bebê
Os homens suportariam a dor do parto? Muitos deles juram que sim! E ainda dizem que a mulherada é fraca. Ah é?!? Por motivos óbvios, nunca um homem conseguiu experimentar a dor do parto até que um jornalista australiano decidiu se submeter a uma máquina que simula as contrações.
Começando das mais fraquinhas até aquelas que antecedem o nascimento. Veja o que acontece no vídeo. Pena que está tudo em inglês e sem legendas mas, os gritos de dor do coitado do repórter não precisam de tradução… Ele suportou as contrações por apenas três horas - enquanto um trabalho de parto “normal”, dura mais ou menos 10, 12 horas.