
Quase quinze anos após a morte de Diana Spencer em um acidente de carro, a história polêmica da princesa britânica chega às telonas.
O filme, que deve começar a ser rodado em março de 2012, vai contar a história do relacionamento secreto de Lady Di com o médico Hasnat Khan, envolvimento que acabou causando a morte de Diana.
O longa chamará “Caught in Flight” – “Pega no Flagra”, em tradução livre – e trará cenas da Princesa Diana em muitas de suas aparições pelo mundo, tais como: Paquistão, Angola e França.
A mais amada princesa da Inglaterra – pode-se dizer que Kate Middleton está brigando pela vaga – vai ganhar vida através do trabalho da atriz Jessica Chastain. Boatos dizem que a loira vai até cortar as madeixas para incorporar mesmo Lady Di.
Agora é só esperar o filme ficar pronto para ver de perto a história da Princesa do Povo. E é bom que os fãs de Diana e os curioso comecem a torcer, porque isso me parece algo que vai ter interferência da Família Real da Inglesa.
Fonte: Just Jared
O título do livro “O Vestido de Noiva – Inspiração fashion para noivas e estilistas” (PubliFolha, 2010), já dá uma ideia do que as moças prestes a subir ao altar irão encontrar ao folheá-lo. Recheado com mais de 300 modelos de vestidos de noivas.
A autora inglesa Harriet Worsley, que fez um estudo completo sobre o assunto nos últimos 100 anos, mostra a história do vestido de noiva desde o século 19 e detalha os materiais e estilistas responsáveis por peças icônicas, como o vestido de conto de fadas que Lady Di usou, o rendado de Grace Kelly ou o modelito fashion de Carrie, de Sex and the City.
São dez capítulos, onde cada um reúne modelos de acordo com o tipo de vestido. “Uma princesa de conto de fadas”, “Sem barulho, sem babados”, “A deusa”, “A donzela”, O convencional e o alternativo”, “Norte, sul, leste e oeste”, “O ritual”, “Virgem, mulher fatal, mãe, esposa”, “Cores” e “Detalhe é tudo”. Cada capítulo é composto por texto, fotos ilustrativas, e respectivas legendas, mostrando a noiva e seu traje.
O livro conta com 320 páginas e o preço é R$ 69,90

… Ainda mais se levam a assinatura de Christian Louboutin. Escolhemos esse modelo para inspiração para o seu look no final de semana para provar que um belo sapatinho baixo também pode ser muito chique.
O modelo está à venda no nosso templo preferido do consumo, o Net-a-Porter que é a única a vender este modelo exclusivo. Reparou na escrita “Love”? O modelo foi inspirado na figura da Princesa Diana. “Eu sempre quis que ela tivesse amor aos seus pés” , disse o estilista.

Sejamos sinceras, mesmo quando nosso candidato(a) a um cargo político não ganha uma eleição, se quem a venceu for uma mulher, sentimo-nos orgulhosas. Não é pra menos, a participação da mulher no cenário político mundial ainda estava engatinhando até pouco tempo, apesar de ser indiscutível que a mulher “sempre” esteve no poder, Cleópatra - a eterna Rainha do Egito - não nos deixa mentir.
No Brasil, por exemplo, a história da participação efetiva da mulher na política teve início a conquista do direito ao voto, em 1932. Efetiva, pois seu nascimento foi bem antes e pode ser lido aqui.
“Essa conquista é resultado da luta contínua do movimento sufragista, que emergiu no Brasil em 1919 e culminou com a conquista do direito ao voto pelas mulheres, mas não foi suficiente para que estes contingentes humanos superassem o processo de exclusão. Até a década de 1970 esse quadro de exclusão não sofreu muitas modificações.
“A partir do final da década de 1980, a situação se modifica, em virtude do crescimento industrial, que contribuiu para um aumento significativo da participação feminina no mercado de trabalho, e, na crescente inserção das mesmas, nos cursos superiores. A isto se aliou o processo de redemocratização do País que se instaurou nesse período. Esses fatos contribuem, para ampliar a participação da mulher nas esferas de poder, encorajando-as, também, a organizarem-se politicamente, o que revela a importância dos movimentos de mulheres nesse processo.
O momento da elaboração da nova constituição brasileira foi fundamental, para que as mulheres, a partir de sua atuação conquistassem direitos legais e obtivessem legitimidade para suas reivindicações, inclusive na esfera da política institucional.”
Escreveu Mary Ferreira, Professora da Universidade Federal do Maranhão, Mestre em Políticas Públicas, doutoranda em Sociologia pela UNESP/Fclar, na Revista Espaço Acadêmico.
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