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Todos os artigos com argumento relações sexuais

Para o cérebro a música diverte tanto quanto sexo

publicado por Renata Fraia

Se após uma relação sexual você tem uma enorme sensação de bem-estar e às vezes acha que deveria fazer mais sexo para sentir mais vezes esse prazer, saiba que de agora em diante você pode variar um pouco, que tal ouvir mais música? Uma pesquisa recente revelou que nosso cérebro reage à música da mesma forma que ao sexo e à comida, onde através de um processo químico nos faz sentir bem, não importa qual das três condições que estamos vivenciando.

O estudo que envolveu música instrumental clássica, jazz, punk e tango mostrou ser a dopamina a responsável pelo estado eufórico quando comemos algo que gostamos, e temos relações sexuais e ao ouvir música.

A vantagem da descoberta? Você pode ouvir música com muito mais frequência que ter uma relação sexual - ou quem sabe até aprender a tocar um instrumento musical - e sentir-se bem, sempre.

Via | MSNBC
Foto | Flickr

Estou com HPV será que fui traída?

publicado por Renata Fraia

Em brancoO HPV está no topo do ranking (do Ministério da Saúde) das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no Brasil. Já falamos sobre esta doença que atinge cerca de 25% das mulheres brasileiras são portadoras do ‘papiloma vírus’ no “Especial sobre HPV“.

Hoje vou fazer uma abordagem diferente sobre o tema. Muitas mulheres podem pensar que, pelo fato de o HPV ser uma doença sexualmente transmissível, foram traídas por seus parceiros. Mas isso nem sempre é verdade.

Em entrevista ao delas, a principal especialista brasileira no assunto, a bióloga Luisa Villa, presidente do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para o HPV, respondeu dentre outras, a seguinte pergunta:

Delas: Muitas mulheres, quando recebem o resultado positivo para HPV, têm receio de contar aos companheiros por achar que a contaminação pode indicar “traição”. A doença indica uma relação extraconjugal, caso o parceiro não tenha o vírus?

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Como "namorar" com segurança embaixo d'água

publicado por Renata Fraia

Em BrancoNamorar e ter relações sexuais embaixo d’água pode ser prazeroso para ambos - e refrescante -, mas requer alguns cuidados. Veja dicas importantes!

Uso do preservativo
A água da piscina ou torneira contém cloro, o que pode afetar o látex da camisinha. Então, quando for namorar embaixo d’água deve-se atentar para a possibilidade do preservativo romper ou furar.

Água clorada na região vaginal
Essa água com cloro estará em contato com a vagina da mulher podendo haver uma mudança no pH da região, que ficará mais vulnerável à contaminação por microorganismos. Então, se você costuma ter corrimentos vaginais, não é uma boa praticar sexo na água. Mas vocês podem começar a brincadeira na água e continuar fora dela.

Porém, se você não apresenta com frequência corrimentos vaginais, o ideal é após a relação dentro d’água usar um sabonete específico para a região, equilibrando o pH vaginal.

Foto: Flickr

Hipertrofia dos pequenos lábios vaginais e a cirurgia indicada, ninfoplastia ou labioplastia

publicado por Renata Fraia

Em BrancoHipertrofia dos pequenos lábios vaginais (aquele que recobre o clitóris) é o aumento do tamanho dos pequenos lábios e pode ser genético ou ocorrer devido ao uso excessivo de anabolizantes. As mulheres que apresentam essa anatomia podem sentir-se envergonhadas em manter relações sexuais com seus parceiros ou de usar calças apertadas e biquínis, além de prejudicar a ventilação local.

Existe uma cirurgia íntima que reduz os pequenos lábios e é conhecida como ninfoplastia ou labioplastia, que é bastante simples e realizada com anestesia local e sedação.

É importante salientar que não se deve retirar muita pele, pois ela tem a função de proteger a entrada da vagina, dificultando o aparecimento de infecções bacterianas e a lubrificação. Sua redução exagerada pode levar a menos lubrificação, sobretudo após a menopausa.

A retirada de excesso de pele deixa o clitóris mais exposto, o que pode significar aumento do prazer. Se você tem ou acha que tem hipertrofia dos pequenos lábios o melhor a fazer é procurar seu ginecologista que poderá lhe indicar um cirurgião plástico.

Fonte: Cirurgia e Estética
Foto: Flickr

Por quê as mulheres fingem o orgasmo?

publicado por Janaína Ávila

orgasmo finto Os homens gostariam muito de saber o motivo, o por quê mas nós não temos respostas. Cada uma pode decidir de fingir ou não, de acordo com a ocasião e o momento e segundo percursos mentais muito pessoais. O motivo pelo qual uma mulher é induzida ou escolhe voluntariamentede fingir um orgasmo não pode ser objeto de uma investigação porque tem muitas vertentes e o risco de ficar tudo muito vago é grande. Mas podemos nos perguntar se o impacto desse comportamento é realmente determinante em um relacionamento e se é tão frequente quanto se parece.

Por razões óbvias, para um homem é muito mais difícil admitir que a parceira finge os orgasmos - sempre ou esporadicamente - se o fizesse se sentiria muito diminuído na sua própria virilidade. Ainda parece que as mulheres são muito boas na hora de simular um orgasmo porque é muito raro que eles percebam o teatrinho. E a coisa por durar anos até essa atriz dos lençóis revelar a verdade, seja motivada por uma traição (dele), uma briga ou o fim de qualquer sentimento que ainda os unia. É a hora de “jogar na cara” a verdade escondida atrás de gemidos e gritinhos de falso prazer.

O que vocês acham? Qual a importância desse detalhe dentro de um relacionamento que pretender ser sano e sincero? Fingir na cama não é um sintoma de um fingimento também fora do quarto? Acima de tudo: fingir faz bem à qualidade do relacionamento?

Foto | Flickr